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IEN e Nuclep planejam convênio
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Fotos: Henrique
Davidovich
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Representantes da Nuclep
são recebidos pelo coordenador de ensino do IEN, Celso
Lapa (foto de cima) e pelo chefe da Divisão de Reatores, Paulo
Berquó de Sampaio (foto de baixo). |
Três executivos da Nuclep (Nuclebrás
Equipamentos Pesados S.A.) estiveram visitando o IEN no dia 21 de
outubro, em retribuição a visita anterior do chefe
da CENS, Celso Marcelo Lapa, e do diretor do IEN, Julio Cesar Suita,
a esta indústria. Alexandre Porto Gadelha (diretor comercial),
Ricardo Antunes Corrêa (gerente geral comercial) e Carlos
Frederico Figueiredo (gerente geral da área nuclear), os
executivos, vieram ao IEN para serem apresentados ao Programa de
Pós-Graduação do IEN (PPGIEN), conhecer laboratórios
e estudar uma proposta de integração, na área
de formação acadêmica, entre a Nuclep e o IEN
por meio de um convênio.
Ficamos agradavelmente surpresos
de constatar a boa qualidade das instalações e o alto
nível dos trabalhos e dos cientistas, o que nos deixou orgulhosos
de contar no Rio de Janeiro com uma instituição deste
gabarito, comentou Corrêa sobre o IEN. Com relação
à possibilidade de um convênio entre as duas instituições,
Corrêa adiantou que a Nuclep vê isto como uma
oportunidade estratégica de aumentar a qualificação
do seu corpo técnico e desenvolver projetos para a melhoria
de seus processos industriais e de gestão. Ainda segundo
o executivo da Nuclep, estamos trabalhando na minuta desse
acordo, que está sendo negociado e deverá ser concluído
brevemente. A idéia da empresa é liberar dez
alunos por ano, entre engenheiros e assemelhados, para cursar o
mestrado do IEN, o que já seria feito a partir do ano letivo
de 2012.
Segundo Lapa, todos os alunos vindos
da Nuclep terão que se submeter ao processo seletivo habitual.
Mas a vantagem é que haverá proteção
do capital intelectual e produtos tecnológicos, e liberação
por parte da empresa para todos os compromissos acadêmicos.
Para o PPGIEN, ter colaboração formal com o setor
produtivo é um diferencial para a avaliação
da CAPES, e é interessante para o programa tentar resolver
problemas reais da indústria. Conforme o coordenador de ensino
do IEN, colaborações semelhantes estão
sento tentadas com a INB e a Eletronuclear.
Reportagem de Henrique Davidovich.
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