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Na busca por melhorias contínuas, o Instituto
de Engenharia Nuclear adota uma gestão organizacional orientada
para resultados. A estratégia foi consolidada com sua participação,
desde 1999, no Projeto Excelência na Pesquisa Tecnológica,
coordenado pela Associação Brasileira de Instituições
de Pesquisa Tecnológica (Abipti), que segue os critérios
de excelência estabelecidos pelo Prêmio Nacional de
Qualidade (PNQ).
Esse processo exigiu o comprometimento de todos.
O primeiro passo foi a criação, em 1998, da Assessoria
para Gestão da Qualidade (AGQ), um fórum de participação
aberta e voluntária onde a força de trabalho apresenta
comentários, críticas e sugestões sobre as
práticas do IEN. Mais tarde, outros fóruns foram abertos
para o debate de temas relacionados à gestão de capital
intelectual e cultura de segurança.
As práticas de gestão, orientadas
pelo modelo do PNQ, são avaliadas anualmente pelo projeto
da Abipti, e um relatório final aponta as oportunidades de
melhoria.
Com base nesse relatório, a AGQ promove reuniões
abertas para a elaboração do Plano de Melhoria de
Gestão, que será submetido à análise
da direção do IEN.
As mudanças promovidas também se traduziram
em um novo modelo organizacional. Antes exclusivamente vertical,
o organograma transformou-se em uma estrutura de integração
horizontal, com a criação de quatro coordenadorias:
Gestão Institucional, Inovação Tecnológica,
Ensino, e Segurança e Proteção Radiológica.
A criação de uma cultura interna centrada
na Segurança, que reflete um valor intrínseco ao setor
nuclear, passou a ser tratada como fator estratégico na busca
da excelência e na atuação do Instituto. Este
compromisso fez nascer, em 2003, uma política formal de Segurança,
Meio Ambiente e Saúde.
Em 2004 foram adotadas reuniões mensais da
alta direção do IEN para tratar exclusivamente de
gestão. Eventualmente é convocado para esses encontros
o Grupo de Desenvolvimento de Capital Intelectual (GDCI), composto
por cinco pesquisadores escolhidos para mandados de dois anos, em
processo que envolve a participação dos servidores.
O Plano Estratégico do IEN expressa sua busca
pela excelência e institui mecanismos para controle das práticas
de gestão, de modo a garantir o êxito das ações
implementadas em todas as áreas.
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Os focos da gestão do IEN incluem a
valorização profissional dos servidores e o desenvolvimento
e proteção do seu capital intelectual.
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