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Desde 1998, o IEN tem priorizado
um modelo de gestão institucional com base nos critérios de excelência
do PNQ (Programa Nacional de Qualidade), e redefiniu sua missão.
Desde então, os rumos do IEN passaram a ser orientados por sua Visão,
que em 2005 teve seu texto atualizado: "Ser um centro de excelência
com substanciais contribuições em conhecimento, inovação e transferência
de tecnologia para a sociedade".
Hoje as principais competências
do Instituto são identificadas por seus projetos estruturantes:
os centros de Reatores Avançados e Inovadores (Engenharia de Reatores
e Engenharia de Salas de Controle), de Aplicações de Técnicas Nucleares
(na indústria e na medicina) e de Química e Materiais Nucleares.
Além disso, no IEN há também os programas de pós-graduação, de produção
de radiofármacos e de recolhimento e armazenamento de rejeitos.
Sua força de trabalho atual é constituída
por 268 servidores, 37 colaboradores e 65 terceirizados.
A partir de 2003 foi adotado um
novo modelo organizacional. Antes exclusivamente vertical, a estrutura
do IEN passou a ter também uma integração horizontal, com a criação
de quatro coordenações: de Gestão Institucional, de Gestão da Inovação
Tecnológica, de Ensino e de Segurança e Proteção Radiológica.
No IEN as estratégias são formuladas
anualmente no âmbito do Conselho Estratégico, tomando como base
as necessidades da CNEN e as ações do PPA (Plano Plurianual), além
de demandas induzidas e incentivadas pelo MCT e outros órgãos de
fomento e pelo setor industrial. Essa formulação é traduzida em
diretrizes e objetivos estratégicos, desdobrados nos processos institucionais
e no portfólio de projeto.
O Planejamento Estratégico do IEN
estabelece um conjunto de indicadores como mecanismos para avaliar
os resultados institucionais. Os indicadores estão agrupados em
um painel de bordo, obtido com o auxílio da metodologia do Balanced
Scorecard (BSC).
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